Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

5º ELEMENTO

5º ELEMENTO

A ginga é o movimento
De dentro
Que se aprimora
De fora (bis)

Refrão: 
É pra cantar, cantar
É pra cantar, cantar
Mandar axé 
Pro meu bunga, camará (coro 2x)

Pra jogar angola
Tem que ter talento
Corpo de mola
É o quinto elemento (bis)

Refrão: 
É pra cantar, cantar
É pra cantar, cantar
Mandar axé 
Pro meu bunga, camará (coro 2x)

O bom capoeira
É como o vento
Nunca se embola
Está sempre atento (bis)

Refrão: 
É pra cantar, cantar
É pra cantar, cantar
Mandar axé 
Pro meu bunga, camará (coro 2x)

Ateu Poeta
20/09/2017

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

ESTA É A ONDA

ESTA É A ONDA

Não sou de ferro
Eu dou um berro no seu nariz
Não sou seu anjo
Mas também não sou sua perdiz

Eu sou feliz
Sendo quem sou
Reconheça o que eu fiz
Cá estou

Sou uma fissura
Na lisura
Da sua crista infeliz
A onda é esta

Não me importa
Se você não pegou
Não crucifique todo mundo
Porque você pecou!

Ateu Poeta
17/08/2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

DIAMANTE GAVIÃO

DIAMANTE GAVIÃO

O mundo inteiro é uma ilusão
O Universo é o inverso da minha canção
O avesso do léxico
Um verso convexo na imensidão

México, Estates e Casaquistão
Coiotes na fronteira
É uma imensa ladeira
Este teu coração

Voar tão alto é para quem tem visão
Belo salto
Bico de gavião
Ouro e cobalto

Minhas asas são o refrão
Neste soneto perfeito
Que inglês não sabe fazer
Um diamante brasileiro, não irá fenecer

Ateu Poeta
16/08/2017

quarta-feira, 19 de julho de 2017

domingo, 16 de julho de 2017

O ARREBOL É O REFRÃO


O ARREBOL É O REFRÃO

Nem toda pátria é nação
Sentimento é prisão
Fé é escravidão
Ganância é podridão

Se toda luta é em vão
E ninguém tem coração
Vou cantar outra canção
Onde o arrebol é refrão

Eu quero é libertação
Libertação
Libertação
Eu quero é libertação

Libertação
Libertação

Ateu Poeta
16/07/2017

terça-feira, 4 de julho de 2017

SAFÁRI SEREIAL

SAFÁRI SEREIAL

Sereias 
Sempre 
Sabem 
Sorver
Sábios
Sonhos
Sabres
Sorvetes
Serenas
Serenatas
Simples
Sinestesias
Sonâmbulas 
Sonatas
Sobre
Serpentes
Ser

Ateu Poeta
04/07/2017

terça-feira, 27 de junho de 2017

NÃO EXISTE BISCOITO EM SP


Não existe biscoito em SP
Os muros viram cinza
A cidade também
Doritos se vende do armazém

Não existe biscoito em SP
Barraco na Cracolândia
Debaixo do trator
O próprio prefeito é infrator

Não existe biscoito em SP
Bolacha não se acha
Come-se pela orelha
A bala abala e sai vermelha

Não existe biscoito em SP
Um Rio piorado
Malandro anda avexado 
Deseja ser alado

Tome muito cuidado
Pra não ser assaltado
O resultado tá espalhado
Por todo o Brasil

Da pistola ao fuzil
Comando Vermelho e PCC
Fazer o quê?
Será que existe amora em SP?

Ruas sem saída
Paisagem sumida
Passagem só de ida
Pois, não existe guarida

Patos amarelos na avenida
Pedindo a vinda de Barrabás
A Democracia aqui jaz
Não existe biscoito em SP

Ateu Poeta 
27/06/2017

segunda-feira, 12 de junho de 2017

VÍRGULA

VÍRGULA


Um número vezes quinze (15) é igual a este número dividido por dois (2) mais ele mesmo mais a vírgula andando uma casa para a direita, sendo que a vírgula para a direita equivale a aumentar um zero (0) ou multiplicar por dez (10).

É como dizer que o 10, o 0 e a vírgula fossem para a Matemática a mesma coisa e estas equações são a complexidade, que significa dobradura, enquanto simplificar é tirar a dobradura.

Do mesmo modo que um fole só produz som ou vento ao se mover, o cálculo é a complexidade para a simplificação, ou seja; a dobradura serve para se chegar a um lugar sem atravessar o meio.

Assim como um número vezes 15 é igual à soma desde mesmo número quinze vezes. Lembro-me da questão do universo como um pano de sinuca, como Einstein explicara a questão da pressão de densidade de massa sobre a outra, que vale para pressão também por eletricidade, magnetismo e junção, inclusive da questão de buraco negro, o que faz lembrar também do proposto buraco de minhoca, mas de outra forma que não tenho certeza alguma, são só  pensamentos que vieram de repente e nada mais, nem sei se isto chega ou chegará a ser visto como Filosofia, ciência ou somente literatura, ou um tratado sistemático sobre nada, anacrônico, lunático, ou visto mesmo como grande parte dos meus leitores e não-leitores veem a maioria das coisas que eu produzo como algo puramente pretensioso. 

Não é de estranhar que civis criados como gado jamais aprendam a ser pastores de si mesmos, foram criados de joelhos e jamais poderão admirar um ajoelhado que fica de pé, porque ficar de pé é somente para quem pertence à casta dos grandes ludibriadores escravistas, sanguinários, abutres ferozes que são algozes hipnotizadores de massas.

O que é um civil se não um selvagem domesticado sob um manto pueril? Pois bem, voltemos à questão das dobraduras. 

Imagino o universo como um pão fechado. O que há em cada parte de fora da casca quando você parte ao meio pode se unir por causa desta dobradura criada. Se o universo for um corpo que não pode se partir, o movimento que vemos e notamos com nossas mentes e aparelhos são somente dobraduras, como espécies de ondas no mar.

Mesmo assim, nada se criaria, mas, também não teria havido big-bang algum, nem cubos-mágicos-automáticos, nem multiversos, nem buracos de minhoca e nem buracos negros, na realidade, porque o buraco negro seria como migalhas a se partir na casca do pão, mas indo para outras partes da própria casca.

Aí me veio uma pergunta: a repetição será tão simples quanto 1 e vírgula, sendo 1 a matéria e a vírgula correspondente ao 0; algorítimo de espaço em vácuo ou não-matéria, ou imperfeição, ou ausência?

Na proposição do universo pano de mesa de sinuca as bolas são as partículas, que a cada dia a ciência descobre formas menores numa jogada a mais para um suposto infinito de mais do mesmo onde acaba gerando confusão e sendo usadas pelos falsos cientistas que criam religiões chamando-as de "ciências ocultas", se são ocultas é porque são segregacionistas e não testadas, logo; não são ciências nem de longe, mas falsificações niilistas a fim de atrair para si justamente clientes desiludidas com as religiões conhecidas e ao mesmo tempo carentes demais ou medrosos demais para usar a ciência mesmo como um método racional.

Se o espaço fosse imutável mas ao mesmo tempo tremulante, uma era poderia ocorrer de criar dobraduras onde alguma coisa no ponto A pudesse passar para o ponto Z sem encostar nas outras letras do alfabeto e ao mesmo tempo sem a necessidade de ir ou voltar no tempo, o que sempre me pareceu algo incrivelmente absurdo, sem a viagem Mário-Brós por um cano adutor chamado buraco de minhoca onde o início sugador se chamaria buraco negro e o fim dejetor se chamaria de buraco branco, a debocar num multiverso paralelo ou coisa de gênero e sem outra loucura comum no cinema e até em desenhos animados que é a tal desmaterialização, onde depois haverá uma rematerialização num flash de luz a ultrapassar galáxias em um tempo que nem mesmo a luz em si é capaz. E se nada é mais rápido do que a própria luz, isso consiste em que ao se aproximar da velocidade da luz o objeto tenha os seus átomos agitados de tal modo a virar eletricidade que um pouco mais agitados virariam átomos de luz e energia que é luz, logo; matéria, luz e energia seriam apenas 3 partes da matéria em si só que em agitações ou super-agitação ou quase não agitação e se houvesse ausência total de movimento, isso seria a suprema escuridão, talvez a luz não expulse a escuridão mas somente a agite e com isso a transforme também em luz, que é uma radiação, que não deixa de ser um modo de agitação e com isso a ideia de qualquer ser ultra além que expurgou de si qualquer coisa ou que tenha sonhado qualquer coisa ainda é irrelevante, o mais próximo disso seria na suprema agitação em que tudo um dia virasse luz, como diz em uma canção da banda "Engenheiros do Hawaii", o que seria a extrema radiação onde seria impossível a vida acontecer e de repente seja este super clarão a ilusão das super-novas ou mesmo um em vários big-bangs e a própria ilusão das estrelas mortas que brilham no céu, porque de repente as estrelas poderiam ser apenas migalhas do clarão supremo que ainda não diminuíram bastante a agitação suficiente do espaço.

Contudo, de repente, a vírgula é que fosse a escuridão e onde exista o 0 não exista 1 e a luz se encontra, como no espaço entre palavras, ou número. Luz, matéria e energia sendo a repetição de letras criando textos no caos enquanto a vírgula dá os zeros suficientes para gerar em nosso cérebro, metáfora do universo em dobraduras, uma imperfeita mania de sentido e perfeição, que o diga Fibonacci 


Ateu Poeta 
12/06/2017

sábado, 29 de abril de 2017

EU VOU JOGAR CAPOEIRA

EU VOU JOGAR CAPOEIRA

Não importa se é ateu
Da umbanda ou Candomblé
Pra jogar capoeira
Você tem que ter axé

Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé 

É na esquiva
É na malícia
É na mandinga
É na ponteira

Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé 

Já quebrei minha corrente
Não queira outra me botar
Hoje eu vivo contente
Eu vou jogar, eu vou jogar

Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé 

Se o meu amigo Bodó
Estivesse aqui jogando
Com João Doido e o Piu
O mundo estaria cantando

Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé
Ter axé, ter axé, você tem que ter axé 

Ateu Poeta
29/04/2017

quarta-feira, 26 de abril de 2017

As correntes de Andrômeda estão sempre a aprisionar, e o Cetus mora na caverna

http://ateupoeta.blogspot.com.br/2017/04/as-correntes-de-andromeda-estao-sempre.html As correntes de Andrômeda estão sempre a aprisionar, e o Cetus mora na caverna
Ateu Poeta
26/04/2017

O historiador é um caçador de lentes que está sempre a aprimorar

http://ateupoeta.blogspot.com.br/2017/04/o-historiador-e-um-cacador-de-lentes.html
O historiador é um caçador de lentes que está sempre a aprimorar
Ateu Poeta
26/04/2017

Será que a felicidade não é só resiliência?

http://ateupoeta.blogspot.com.br/2017/04/sera-que-felicidade-nao-e-so-resiliencia.html
Será que a felicidade não é só resiliência?
Ateu Poeta
26/04/2017

Toda lei de Murphy tem o seu próprio Robocop

http://ateupoeta.blogspot.com.br/2017/04/toda-lei-de-murphy-tem-o-seu-proprio.html
Toda lei de Murphy tem o seu próprio Robocop
Ateu Poeta
26/04/2017

Quando a poesia grita tudo muda ou emudece

http://ateupoeta.blogspot.com.br/2017/04/quando-poesia-grita-tudo-muda-ou-emudece.html
Quando a poesia grita tudo muda ou emudece
Ateu Poeta
26/04/2017

sábado, 15 de abril de 2017

sexta-feira, 14 de abril de 2017

FOGO DE VULCÃO

FOGO DE VULCÃO

És ilusão 
Pura paixão
Jogo, desejo e sedução
Tem fogo em teu beijo
Veneno que inebria
O fio da razão
Luar e Prazer
Que vive a cantar
Até o céu fenecer
Pequena imensidão
Arde em teu seio
Sem nenhum receio
Um mar de vulcão
Maré de magma
Sinfonia de caos e cais
E o resto do universo
Para mim tanto faz

Ateu Poeta

14/04/2017

sábado, 8 de abril de 2017

SOBRE APOFENIA (PAREIDOLIA)

SOBRE APOFENIA (PAREIDOLIA)

Procurando por #Pareidolia e #Apofenia (acredito que vindo de "Apófis"; serpente-demônio da mitologia egípcia), por tabela, entendi uma coisa que aconteceu comigo dia desses. 

Eu estava assistindo por acaso um pequeno documentário em #Inglês e num dado momento tive a impressão de que uma das pessoas falou exatamente a palavra que eu li em #Português. 

Eu escutei mesmo, mas não foi o que ele falou, tive uma vaga ilusão de que o documentário tinha ficado em #Português e com isso eu parei de olhar e voltei e falei pra mim mesmo, isso foi uma ilusão. 

Lembrei de uma outra pessoa dizendo, certa vez, que deixara de ler por desatenção e deixou de entender o filme, aí falou mais ou menos assim: "_Eu esqueci que o filme não era em Português, deixei de ler e parei de entender o filme". 

Talvez isso seja exatamente Apofenia. Talvez seja ao mesmo tempo uma mistura de defeito cerebral da humanidade com evolução

Ao perceber o que aconteceu, na hora eu tomei um susto, mas agora, ao ver estes termos, que achei por acaso e fiquei lendo, eu entendo que a coisa pode ser muito mais comum do que parece.

Eu imagino que o nosso cérebro tente nos criar um ar de familiaridade com coisas que a gente tenta se fixar e talvez isso seja um recurso que ajude à nossa aprendizagem, uma espécie de #auto_catalizador embutido em nós pela evolução.

Claro que Apofenia deve existir à priori por extinto de sobrevivência, aguçar nossa imaginação para que possamos fugir mais eficientemente dos perigos. 

Talvez essa coisa que nós artistas temos de criar música, imagem, personagens e poesias no automático seja apofenia e, no meu caso isso deu uma aguçada considerável depois de eu virar ateu com 100% de convicção, de repente pelo fato da apofenia não me criar mais pesadelos, mas por ser tipo um programa instalado, agora ela se volta para aguçar os meus instintos no mundo de fato e também para a criação artística, que é a coisa mais importante para mim.

Agora eu entendo porque eu passei a criar mais em sonho após perder a fé. Eu já havia notado esse fenômeno, mas não fazia ideia do que fosse. 

Nosso cérebro tem diversos recursos padrão que de fato merecem ser deveras estudado com afinco. Agora eu compreendi mais ainda que ao perder a fé, eu não perdi nada, eu apenas ganhei. Eu dei um presente a mim mesmo de valor imensurável.

Ateu Poeta

sábado, 1 de abril de 2017

quinta-feira, 30 de março de 2017

FLOR OPALA

FLOR OPALA

Na madrugada somos água
Desde que a Vespertina era menina
O destino desatina
E a mágoa deságua em revolução

Todo vulcão se converte em cinzas
Quando as ligações desligam
E todo o universo cala
Em teus versos subversos

Fina flor de opala
Que estala o coração mais adverso
Na garganta desentala o grito
Sob o rito de uma estrela rara

Ateu Poeta
30/03/2017

terça-feira, 28 de março de 2017

ALFA-RÁ-BIO

ALFA-RÁ-BIO

Quando o não-ser está
Corrói
Cria cicatriz
Por um triz
Mói
Gera ser em nostalgia
Sangria
Surfando em saudade
Que invade
E ferve em euforia

Elfo ria

Alforria
Sinistro sintoma
O gume, o grude, a goma
A agonia
Cantoria
Cantoneira inteira de harmonia
Mania de sinestesia
Fantasma, Fântasos
Fantasia
Ateu Poeta

28/03/2017