sexta-feira, 28 de março de 2014

À LUZ DO NIILISMO



À LUZ DO NIILISMO


Alusão, ilusão en la lux
Nix que não me deixa dormir
Clarão mental que não é frenesi
Litoral: litros de mim que se vão

Clarins, jasmins, querubins
É tudo não
Vão, vapor, vastidão
Não sou russo nem Renato

Disparo, disparate, lirismo inato
Ou bala de arremate sem chá
Xeque d’en passant salutar
Os lunáticos têm razão

O niilismo ultrapassa Nietzsche
Talvez por isso a rima enriste irrite

Ateu Poeta
28/03/2014
Ateu Poeta, O Historiador de Pacoti. Tema Simples. Tecnologia do Blogger.